...É só entrar no Jardim...

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terça-feira, junho 29, 2010 by

     Escrito originalmente em 16/05/10, quando meus olhos e meu coração, um dia antes, constataram que não teria aquilo que ansiava. Início de um processo crítico de desconstruição de sentimentos e elusivos sonhos.


     O que fazer quando um sonho está aos pedaços e não há superbonder pra colá-los novamente? O que fazer quando a dor vem e não ninguém a quem culpar por isso? Alguém sabe a dor, imensa dor, de ter que, subtamente, construir um holocausto para sua esperança, oh tão nutrida esperança? Incinerar sentimentos, a longo prazo, como numa tortura infindável? Sabe quando suas dores não cabem mais nos bolsos de sua calça e parecem rasgar o coração? Quando toda sua teoria é refutada, toda previsão se frustra, quando tudo o que sentiu parece ter sido placebo? Foi tudo real ou foi meramente ilusão, ilusão que me fez bem e deu fermento de comer à minha esperança? Enfim, eu não sei. Se meu coração se partiu, alguém o fará de novo. E eu o conheço. Porque foi Ele quem fez esse coração. Ele fez com barro, e não com pedra ou metal preciosos, estranho não? Mas Ele me chama no deserto, onde eu vou aprender. E eu só aprendo quando saio quebrado. Eu descobri que eu sou todo de barro, assim como meu coração. Aí ele vem, pega os cacos, molha com a água dEle, e me molda de novo. Quando a esperança se vai, nasce uma nova. Quando a dor expande, parecendo que vai me sufocar, a Sua paz me preenche. É quando eu olho ao redor e vejo que, tudo pode passar, mas, Ele sempre vai permanecer ali, me esperando no Jardim, um lugar onde eu vou sempre achá-lo. As suas palavras são sempre verdadeiras. Eu percebo que, a única razão do meu respirar, é adoração a Ele, uma adoração sem fim, como se cada fôlego fosse um louvor, como se cada passo levasse a um relacionamento mais íntimo e sincero com Ele.
     Aprendi que só Você importa. Tudo o mais, vem de Você. E o que não vem, passará como a névoa. Mas em Seus braços, eu vou sempre estar, ansiando pelo Seu Jardim. Ah, quer saber o que se deve fazer? É só entrar no Jardim.


Congresso Estudantil Alfa e Ômega 2010

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terça-feira, junho 15, 2010 by

Hi! =D

       Faz um tempinho que não posto algo. E o que irei postar aqui não poderia ficar de lado. Trata-se de mais um daqueles momentos especiais que são preparados pra gente e que levamos pra vida toda. Tenho aprendido isso. Não é mais como antigamente, quando eu ia a um evento jovem, um congresso, vivia intensamente tudo o que se pregava ali e após umas semanas minha vida voltava à mesmice. Tem sido diferente, muito diferente. Posso dizer que, depois de ter chegado desse evento - Congresso Estudantil Alfa e Ômega 2010 -, Deus tem feito maravilhas e tenho conseguido não só contemplá-las, mas vivê-las. Seguem abaixo dois "scraps" de momentos que vivi ali, naqueles tão fantásticos 4 dias. O primeiro, é um poema, e foi escrito em um momento de oração. Não conseguia falar, só escrever na hora, então, orei escrevendo. O segundo é uma oração também, tão profunda quanto a outra.

CANÇÃO DA CRIATURA AMADA (05/06/10)
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Você vê o que quero que ninguém veja
e me ama assim mesmo
Você preencheu em mim um vazio
maior que o do Universo
e habita em meu ser

És o meu Sol
e me aqueces
O teu querer me governa
Assentas no trono do meu coração

Você é o que eu sempre precisei
Buscava um oásis e em Ti achei rios
e minha alma dança
A alegria por Te conhecer
não poderia comprar;
eu a ganhei por me amar
Uau!



      "Oh Deus Te louvo pelo teu amor, Tu mudaste meu interior", e agora eternamente grato sou, pelo amor, pela alegria, pela vida, pelas etecéteras e por esse congresso. Obrigado por este momento de alegria, aprendizado, paz e luz. Obrigado pelas interações. Que elas sejam tão fortes quanto as interações nucleares. Obrigado por ter encontrado e compartilhado com irmãos de vários cantos desse Brasil. É muito bom conviver em família. Foram momentos muito especiais e, certamente, nunca me esquecerei daquela ceia. Foi algo tão bíblico, tão verdadeiro, tão, sei lá, real e puro. Que a minha vida seja uma ceia e que, nela as pessoas possam achar um banquete, uma mesa, e que eles se assentem e que eu compartilhe de Cristo com elas. Que eu transforme cada lugar onde estiver em uma mesa, e que muitos comam do teu amor através de mim e sintam-se saciados (ou famintos por mais de Ti). Essa palavra de "assentar-se" a mesa também nunca vai sair da minha cabeça (nem do meu S2).
      Estou muito feliz também por estar dando mais um passo no Alfa e Ômega. Quero ajudar aos novos estudantes, abraçá-los, amá-los; a palavra que eu ouvi daquele jovem da Dakota do Sul, o Daniel, naquele Quebra-Gelo, foi fantástica. Quero também me achegar aos que ainda não compartilham de Ti; isso foi o que eu senti na quarta-feira (02/06) à noite, conversando com aquele jovem, tão inteligente e ao mesmo tempo tão necessitado de Ti. Senti que eu precisava, ou melhor, preciso, ouvir e interagir mais com essas pessoas, e que eu não posso deixar isso de lado, preciso de amigos que ainda não te conhecem; conhecê-los, conviver com eles e compartilhar vida, amor e Cristo.
      Falaste coisas incríveis durante esses meses: amor, alegria, dependência, interação, entre outras. Peço para que me ajude, dia a dia, para que a pressão da realidade, do mundo lá fora não me desanime ou me faça esmorecer. "Agora eu quero viver pra transmitir este amor que vem de Ti". Amém. (06/06/10)





Ressonância

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quarta-feira, maio 12, 2010 by

Te seguirei no deserto
e na sequidão haverá oásis
Te seguirei na escuridão
e em meio ao caos terei clareza
Te seguirei na tempestade
e na tormenta sentirei a paz

Contigo me alegrarei na dor
E mesmo na angústia, feliz sou,
eu sei
E embora minha humanidade grite
com os sentimentos a explodir,
os pensamentos a me iludir
e a gravidade do mundo a me atrair,
não poderia ceder
A bússola da existência indica Você
Não há outro alguém a quem recorrer
Sempre estarei ao seu lado
com a certeza de que sou amado
- e eu também Te amo.

Insensato seria o caminhar
se eu não seguisse O Caminho.
Insensato seria o respirar
Se a Vida então não tivesse
Insensato seria o crer
Se a Verdade eu não conhecesse

Te vejo no pôr-do-sol
e na ciência que me elucida
Te ouço nos livros que leio,
e no silêncio como uma poesia
Contemplo Teu todo
nas partes que me rodeiam
E Te amar vai mais além do que uma canção
mais que a alegre dança que há em meu coração

Te vejo no início e no fim de tudo
Nos acordes e nas longas pausas de semibreve
no perecer e na esperança ao fim do túnel
nas tardes cinzentas e nos momentos breves.

Tudo que sempre precisei fazer
foi ajustar a frequência do meu ser
à frequência do Teu perfeito querer
e soar a mais bela canção pra Você


(escrito originalmente em 24/04/10)



Eu julgo, tu julgas, eles julgam...

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sábado, abril 17, 2010 by

       Acordo e vou parar diante da tela de meu laptop. Aos poucos, atento-me aos sons que permeiam o ambiente. Percussões, vozes, "sons televisivos", estalos. Juntamente vêm as conversas, as quais infelizmente adentram nossas casas, invadem nosso recinto e, não obstante, nossos ouvidos. Não posso culpabilizá-las; são meras ondas sonoras. A culpa é de suas fontes. Essas fontes julgam, e julgam sem saber coisa alguma sobre seus objetos de julgamento. São conhecidos, vizinhos, parentes... talvez até Deus, sei lá. Isso me fez pensar: "como essas pessoas só querem saber de condenar; podiam estar fazendo algo útil, cuidar de suas vidas, tocá-las adiante". Algo que é 100% conclusivo é que estas conversas infames acabam chegando em (ou girando em torno de) um ponto comum: dinheiro.
     Ultimamente as pessoas têm falado comigo muito a respeito de julgar. Alguns sentem-se constantemente julgados (e mal-interpretados), outros - como eu - confesam julgar as pessoas, outras preferem continuar na conversa fiada de que não julgam (#detestopessoasperfeitas).
  Para mim, julgar é algo inevitável; faz parte do ser humano. Julgamos o tempo todo. Eu julgo pois preciso disso para ter uma visão crítica da coisa, para ter uma noção do que está acontecendo e me posicionar. Mas faço um julgamento sadio (I believe), uma forma de tentar entender as pessoas, saca? Mas confesso que isto talvez não seja uma ferramenta muito eficiente. A cada dia descubro que, de fato, as pessoas são equações não muito triviais, e achar a linha lógica da coisa, obter uma solução geral para elas é algo quase impossível. E é aí que nos frustramos e seu julgamento acaba virando uma espécie de metodologia científica, onde você levanta várias hipóteses sobre o indivíduo e tenta formular leis gerais para tal. Aí você vai para o laboratório da vida real e quebra a cara, pois se surpreende ao saber que está faltando algo na sua lei geral. Talvez uma simples constante, ou um termo adicional, ou você esqueceu uma variável vital na coisa toda. E o que você faz? Novas hipóteses, novos experimentos, leis refutadas... E você desiste disso. Você prefere viver em harmonia com o desconhecido (você pode tentar se afastar também; as vezes o faço para fugir da sensação de confusão). As pessoas continuarão sendo meras equações e você nunca saberá quantas variáveis aquele sistema tão complexo possui. É, bem-vindo ao mundo da complexidade. Onde determinismo nenhum de fato impera ou tudo muito quântico ainda aguarda uma explicação. Onde tudo as vezes é muito relativo ou tão óbvio, talvez. Talvez tudo seja muito simples, mas nossa complexibilidade humana desconstrua isso para construir um cosmos caótico.
  Creio que, julgar não deva consistir em um ato de determinar, bater o martelo e dizer se alguém é bom ou ruim, mas é uma forma de diagnóstico, é um levantamento de como você vê as coisas e as pessoas (vide dicionário). Para mim é uma formulação de hipóteses, pois baseamo-nos naquilo que conhecemos. Julgo em um processo de conhecimento, de estabelecimento e desenvolvimento de relacionamentos. Tento entender as pessoas, mas, cheguei a um ponto no qual reconheço que isso não funciona muito. Há pessoas que julgam sem conhecer e com uma finaldade negativa. Isso é condenação. As pessoas condenam antes de julgar, de avaliar. Talvez, acho que sempre, melhor que o julgar seja o compreender. Compreensão é algo muito difícil, à primeira vista, mas, se você parar pra pensar e considerar que todos somos humanos, que somos essa rede bizarra de complexibilidades, você tenha mais facilidade em tolerar, sem condenar o próximo, sem dar validade absoluta aos seus julgamentos, os quais nunca vão ser exatos. Isso é compreensão, é ver o outro como humano, que nem você.


Entre o Caos e o Cosmos

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sábado, março 27, 2010 by

Outrora soprava um vento forte
de coisas novas que chegavam
chegavam sem bater à porta

Vinham coisas, pessoas, palavras, sentimentos, crises,
vazios...
silêncios meus.. Reações covardes
(ou métodos de auto-libertação,
proteção)
pensamentos clássicos e quânticos...
questionamentos complexos e primitivos...

E foi então que a ventania parou,
As nuvens se dissiparam e os horizontes emergiram tão nítidos aos olhos
como raios de Sol que agridem
os tenros olhos de um recém-nascido

E agora sopra docemente uma brisa...
És o farol ao mar e o porto à espera
Eu me acheguei a Você

Quando não há mais lógica
ou linha de pensamento
Quando não há mais métodos
e leis não surtem efeito
Quando não há mais arte
e todo script é mero erro

Eu simplesmente me encontro em Você
E permito-me ser liberto
das minhas algemas racionais,
da prisão dos meus sentimentos

Quando não há porque permanecer
e mesmo assim, lugar nenhum pr'onde correr
Quando não há pílulas anti-caos
Ou todo meio de cura mostra-se paliativo
Quando o sabor se torna agridoce
e tudo oscila entre chorar ou rir
levantar ou cair
permitir e banir
continuar, desistir...
dor e prazer...
(porém nada pleno)

Eu me vejo em teus braços, como bebê
Entre o caos e o cosmos, eu escolho Você
Pois rejeito a aleatoriedade que me deteriora
E renego viver sob o que os mortais constituíram

(Após um hiato de 1 mês... Um poema como recompensa!)


Auto-libertação: cantar

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sexta-feira, fevereiro 19, 2010 by


        Sinto-me como um pássaro engaiolado. É triste. É infeliz escutar músicas e não poder cantá-las. Me dá vontade de gritar com todo meu fôlego. Estou com uma voz ruim, desde o Retiro de carnaval. Fiquei quase sem voz. É uma dor que não posso sentir, mas que me mata. Cantar é respirar pra mim. Posso não ser estudado nisso, mas, para mim, a música vem de dentro, é algo muito além de teoria, estética ou arte. Se fosse meramente isso, o que seria da música das tribos nativas indígenas? Música é a minha essência. E não importa quão imperfeito seja o meu cantar, pois tudo o que quero fazer é libertar-me. O canto liberta-me da dor, quebra as cadeias que prendem meu coração, que torturam-me, multilam-me; suaviza os arranhões das pontiagudas e afiadas garras da realidade, um ópio benéfico, ou um bálsamo paliativo. Tudo que preciso, muitas vezes, é chorar, em melodias, em letras que traduzam sincera e suavemente minhas angústias, em harmonias que se traduzem como uma junção de dores, dores diferentes entre si, que soam cada uma com sua respectiva nota, mas que soam harmoniosamente quando juntas. É um processo meio masoquista, ou não. É algo necessário.

        O dia está ideal para que eu me aprisione. Dias cinzentos. Lembra do que eu escrevi sobre eles? Posso facilmente sentir-me seduzido por essa atmosfera semi-estática e fria e então me deixar ser tomado pelas algemas dos sentimentos, pelo cheiro dos ontens, pelo vazio do silêncio e da ausência de um alguém especial.
        É impressionante como a saudade aflora tão abruptamente. Saudades de pessoas que vi há dois dias. Saudades de momentos ímpares que talvez nunca ocorram novamente. Saudades de coisas que nunca fiz. Sinto saudades de quando minhas inspirações fluiam mais que minhas saudades. Vinham desesperadamente, como eremitas sedentos por águas de um oásis, como asfaltos em dias quentes ansiando pelo desabar solene e súbto da chuva de verão. Sinto falta disto. Mal consigo registrar minhas reflexões, meus pensamentos que brotam do nada. Quando penso sobre eles, não consigo lembrar-me de boa parte deles, e então tudo se fragmenta. E perco muito com isso. E então cria-se este vazio.
        Talvez deva admitir, que, de fato, tenho-me tornado prisioneiro de pessoas e coisas. Não consigo escrever por completo o que quero, o que sinto, se não estiver diante de meu notebook; não consigo me sentir completo se não beber uma dose da presença e do compartilhar de amigos, entre outras coisas como, por exemplo, meu estado de espírito variar muito de acordo com a dinâmica de meus sentimentos, que é resultante do comportamento das variáveis nos meus relacionamentos; algumas práticas comuns como alimentar-me, dormir ou organizar as tarefas do dia sofrem bruscas alterações com isto. Até mesmo as músicas que ouço no momento são influenciadas por isso.
        Preciso admitir também que, escrever tem sido uma forma gostosa de libertar-me. Sempre o fiz. Sempre que necessário gritar ou chorar, nascia um poema, ou uma frase, um verso. Porém, cantar tem sido a mais infalível.
        No mais, espero quebrar todas as prisões e só permitir-me enclausurar-me em uma única: a presença do Pai de amor. O mais lindo de tudo é que, sua presença é libertadora, então, estar nela significa encontrar-se em meio a um campo aberto, onde pode-se correr para qualquer direção.
        Não quero cantar para o deleite dos ouvidos aprisionados pela música, ou para ter suas admirações ou glórias. Quero cantar para libertar-me e isso só é possível quando o faço para Ele. Levantar a voz e cantar suas grandes maravilhas. Entoar palavras pinceladas por notas musicais e assim, de uma forma graciosa, agradecê-lo pelo ar que respiro, pelo amor e pelas dádivas. E, cantando pra Ele, não importa a dor, sinto-me nas alturas, sob as Suas asas. As asas do Altíssimo. Sinto-me completo assim.

>> desculpem pelo post grande; foi um instante de auto-libertação.


Culpem o Astro-Rei!!!

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terça-feira, janeiro 26, 2010 by


Já falei que sou apaixonado por dias cinzentos? Classifico dias cinzentos (perfeitamente cinzentos) aqueles nos quais o firmamento aparenta-se estavelmente nublado, sem possibilidade de chuvas súbitas, com claridade agradável e temperatura amena. Estes são propícios para manifestações nostálgicas, como escutar músicas de alguns cinco anos atrás, lembrar de coisas legais do passado ou ler coisas antigas que escrevi. Inspiram-me também a buscar coisas novas, novos sons, novos points na web como blogs e temas de pesquisa. Um bom upgrade.
Pra confirmar o que eu falei, estou ouvindo Nirvana. Nunca fui muito fan, mas o MTV Unplugged deles é muito bom (apesar de demasiado deprimente; mas em matéria de depressão o do Alice In Chains ganha).
Apesar da paixão por dias cinzentos, hoje eu desejara muito que o Sol viesse e resplandecesse. Queria sentir seu calor e a vivacidade de sua luz. Hoje queria ir à praia, à tarde, ver o pôr-do-sol e sentir a brisa do mar. Ter os olhos e a pele arrebatados pelas ondas eletromagnéticas do Astro-Rei. Sentir a natureza carioca mais de perto. Pisar na areia e respirar novos ares. Puros ares. Uma necessidade de libertação. Uma respiração interior. Deliro com as cores dançantes do crepúsculo, tão encantadoras na minha cabeça. Uma fascinante variação de tons e luzes. E consigo até mesmo ver a linha do horizonte no além-mar. Um belo fim de tarde no litoral. Pena estar apenas no imaginário... É Sol, você não quer me escutar mesmo... Venha e serás bem-vindo! Sei que reclamo de você às vezes, mas só porque amo os dias nublados não significa que tenho aversão a você! Só quando você abre aquele big sorriso é que eu posso calçar meus All Star’s ferrados sem medo de que água alguma entre nos orifícios de suas solas. E só quando você chega mandando ver é que eu sinto mais estimulo para acordar cedo e despertar-me por completo mais rapidamente. É, os dias cinzentos são obra de Morfeu ou Hipnos pra mim. Parecem querer ver-me adormecido e entediado. Ta, já chorei, se quiser vir, venha, senão, vou me virar aqui... E você será o culpado de mais uma vez eu não poder ter saciado meu anseio de saudar o mar e acariciar céus límpidos!
Acho que vou ver filme, comer pipoca, jogar UNO com os amigos, rs. É, tem que haver um plano B. Um plano B que não seja enraizar meus dedos no teclado do notebook e drenar bytes através do MSN ou Google Chrome. E sim, vou ver se arranjo um tempinho pra ler as 750 páginas dAs Crônicas de Nárnia!
Desculpa a falta de inspiração gente, mas... Se o Sol saísse eu iria a praia e voltaria mil vezes mais inspirado!!! Culpem-no!!!

:: ouvindo: Red Hot – My Friends (amo essa música… Recordo-me de uns 5 ou 6 anos atrás, haha).